polifonia e colectividade

«Uma exposição não se corporiza com ideias. Uma exposição, sobretudo COLECTIVA, toma forma com artistas, com obras e, eventualmente, com um tema que as reúna. Uma exposição colectiva é, de certa forma, uma POLIFONIA [curadoria]. Nela se cruzam várias vozes que é preciso sobrepor fundir, sem fazer perder a individualidade e a personalidade de cada uma delas.»

in Paradoxos:incorporar a cidade/Padoxes:the embodied city, Fundação Calouste Gulbenkian

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