folhetins e cordel

«A expressão literatura de cordel remete para espécies bibliográficas de modesto acabamento editorial e, concomitantemente, de baixo custo, para folhetos de pequeno formato (in octavo ou menor), muitas vezes de uma extensão de oito, doze ou dezasseis páginas, em regra não ultrapassando as trinta e duas (…)  espécie de literatura que “(no séc. XVIII, pelo menos) pendia de paredes ou, às vezes, dos braços, sobretudo dos cegos, e se prendia a um cordel, ou guita, ou barbante, para amostra, exposição e venda.»

[BASTOS DA SILVA, Jorge Miguel, Utopias de Cordel E Textos Afins – Uma Antologia, Edições Quasi, 2004]

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