FAQ

Starting with the concepts of Communication and Media, this place of experiments and experimentation acts on several levels of knowledge. This is a space for the production of objects and knowledge, a contemporary cabinet of curiosities. Balancing between a measured informality and a safe academicism, this laboratory is created with the marks left by those that participate in it. From this comes an archive permeable to a collective and critical work.

In this transreferential and transdisciplinary ecosystem, drawn inside the digital culture, we revisit Umberto Eco’s Open Work as a path to new possibilities. With the world wide web, we constantly try to set ourselves in the sea of data and search our location relatively to other points of reference. The network is highlighted, emerging from the complexity that is culture today.

In an Open Source outline, the laboratory works as an engine for dialogue and experimentation, with no closed or permanent forms. The accumulation of collaborative experiments is expected, and the set becomes a consequence of the entire process. The first stage attempt takes place here, a blog where actors add matter and deconstruct the set. The physical space of the laboratory is the rehearsal room, a place where ideas become objects that become ideas that are objects.

Partindo dos conceitos de Comunicação e Media, este lugar de experiências e de experimentação convoca vários cantos do conhecimento. Este é um espaço de produção de objectos e de conhecimento, um gabinete de curiosidades dos tempos de hoje. Com despreocupação medida, sob a telha de um certo academismo, este laboratório constrói-se e formaliza-se com o legado deixado pelos que nele participam. Daqui surge um arquivo permeável a um trabalho colectivo e crítico.

Neste ecossistema transreferencial e transdisciplinar, desenhado no domínio da cultura digital, revisitamos a Obra Aberta de Umberto Eco como uma nova possibilidade. Com a world wide web, procuramos incessantemente inscrever-nos no mar de data e localizar-nos relativamente a outros pontos de referência. A network coloca-se portanto em evidência, transparecendo da complexidade que é a cultura dos dias de hoje.

Num esquema Open Source, o laboratório funciona como um motor do diálogo e da experimentação no qual não existem formas fechadas ou definitivas. Aqui espera-se a acumulação de experiências colaborativas, onde o cenário se torna uma consequência de todo o processo. A primeira tentativa de encenação acontece aqui, lugar onde os actores desconstroem o cenário e adicionam matéria. O espaço físico do laboratório é sala de ensaio, onde ideias dão lugar a objectos que dão lugar a ideias que são objectos.

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